A vistoria agora escuta você
O vistoriador narra o que vê andando pelo imóvel, e o sistema organiza tudo no laudo — com comparação automática entre entrada e saída.

Chega de parar em cada cômodo pra digitar item por item no celular. Na vistoria de entrada e saída do aluguel, o vistoriador agora fala enquanto caminha pelo imóvel — e o laudo se monta sozinho.
Como funciona
Você grava a narração do jeito que falaria com um colega: “cozinha, armário de quatro portas, bom estado, uma dobradiça solta do lado direito”. O sistema separa essa fala em itens do laudo, já agrupados por cômodo e com o estado de cada um preenchido.
O áudio original fica guardado junto da transcrição que gerou os itens — quando alguém contestar uma linha do laudo, dá pra ouvir de onde ela saiu
Nada entra no laudo sem conferência: os itens organizados aparecem pra você revisar e corrigir antes de fechar
Na vistoria de saída, a comparação com a de entrada é automática, item a item, sem depender da grafia (“Pia e torneira” e “pia/torneira” contam como o mesmo item)
O comparativo separa desgaste de dano: cair um degrau no estado é desgaste natural do uso, que a lei protege; cair dois ou mais, ou virar avariado/ausente, é o que vai pra conversa de acerto
O laudo pronto é assinado por link, com código enviado pra cada parte — sem imprimir nada
Como usar
Vá em Aluguel › Vistorias e clique em “Nova vistoria”
Escolha o imóvel e o tipo — Entrada, Saída ou Periódica
No imóvel, segure o botão de gravar e narre o cômodo inteiro de uma vez; solte pra enviar
Confira os itens que o sistema organizou e ajuste o que precisar — dá pra ouvir o áudio e abrir a transcrição de cada bloco
Repita cômodo a cômodo até terminar o imóvel
Na vistoria de saída, abra a aba do comparativo pra ver o que mudou desde a entrada
Feche o laudo e envie pra assinatura — cada parte recebe o link e o código
Estratégia de uso
Narre um cômodo por gravação, não o imóvel inteiro numa tacada: bloco curto é mais fácil de conferir depois, e se algo sair torto você regrava só aquele pedaço. Fale sempre na ordem cômodo → item → estado → observação, porque é assim que o laudo se organiza — e diga o defeito com o lado e o tamanho (“dobradiça solta do lado direito”, “risco de 10 cm no piso da sala”), que é exatamente o detalhe que ganha a discussão de acerto meses depois. O ganho de verdade aparece na vistoria de entrada, não na de saída: entrada narrada com riqueza é o que faz o comparativo valer alguma coisa lá na frente. E não apague o áudio depois de assinar — ele é a sua prova de origem de cada linha do laudo.
