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10 de agosto de 2026NovidadeImobiliária

A vistoria agora escuta você

O vistoriador narra o que vê andando pelo imóvel, e o sistema organiza tudo no laudo — com comparação automática entre entrada e saída.

Chega de parar em cada cômodo pra digitar item por item no celular. Na vistoria de entrada e saída do aluguel, o vistoriador agora fala enquanto caminha pelo imóvel — e o laudo se monta sozinho.

Como funciona

Você grava a narração do jeito que falaria com um colega: “cozinha, armário de quatro portas, bom estado, uma dobradiça solta do lado direito”. O sistema separa essa fala em itens do laudo, já agrupados por cômodo e com o estado de cada um preenchido.

  • O áudio original fica guardado junto da transcrição que gerou os itens — quando alguém contestar uma linha do laudo, dá pra ouvir de onde ela saiu

  • Nada entra no laudo sem conferência: os itens organizados aparecem pra você revisar e corrigir antes de fechar

  • Na vistoria de saída, a comparação com a de entrada é automática, item a item, sem depender da grafia (“Pia e torneira” e “pia/torneira” contam como o mesmo item)

  • O comparativo separa desgaste de dano: cair um degrau no estado é desgaste natural do uso, que a lei protege; cair dois ou mais, ou virar avariado/ausente, é o que vai pra conversa de acerto

  • O laudo pronto é assinado por link, com código enviado pra cada parte — sem imprimir nada

Como usar

  1. Vá em Aluguel › Vistorias e clique em “Nova vistoria”

  2. Escolha o imóvel e o tipo — Entrada, Saída ou Periódica

  3. No imóvel, segure o botão de gravar e narre o cômodo inteiro de uma vez; solte pra enviar

  4. Confira os itens que o sistema organizou e ajuste o que precisar — dá pra ouvir o áudio e abrir a transcrição de cada bloco

  5. Repita cômodo a cômodo até terminar o imóvel

  6. Na vistoria de saída, abra a aba do comparativo pra ver o que mudou desde a entrada

  7. Feche o laudo e envie pra assinatura — cada parte recebe o link e o código

Estratégia de uso

Narre um cômodo por gravação, não o imóvel inteiro numa tacada: bloco curto é mais fácil de conferir depois, e se algo sair torto você regrava só aquele pedaço. Fale sempre na ordem cômodo → item → estado → observação, porque é assim que o laudo se organiza — e diga o defeito com o lado e o tamanho (“dobradiça solta do lado direito”, “risco de 10 cm no piso da sala”), que é exatamente o detalhe que ganha a discussão de acerto meses depois. O ganho de verdade aparece na vistoria de entrada, não na de saída: entrada narrada com riqueza é o que faz o comparativo valer alguma coisa lá na frente. E não apague o áudio depois de assinar — ele é a sua prova de origem de cada linha do laudo.

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